terça-feira, 12 de setembro de 2017

Nutrição Ayurvédica - Workshops Escolha Natura

A Nutrição Ayurvédica está longe de ser impositiva ou restritiva, baseando-se, antes, no prazer da alimentação e na saúde que os alimentos promovem quando confeccionados da maneira correcta para cada um de nós. Porque não somos todos iguais e porque os nossos corpos são constituídos por diferentes percentagens de ar, água, fogo, terra e éter, neste curso aprenderemos a interpretar a nossa fisiologia e a distinguir pelo paladar os alimentos que nos são benéficos.
Nestes workshops pós-laborais, iremos conhecer o nosso biotipo-dosha, saber que impacto Vata, Pitta e Kapha têm na nossa saúde e que tipo de alimentação promove o nosso equilíbrio.

Workshop I - Entradas Ayurvédicas

Teórica:
Doshas e Gunas - Identificação dos biotipos e da personalidade
Agni e Āma - O fogo digestivo e a desintoxicação
Prana (energia vital) e níveis tróficos na Natureza


Prática:
Pakoras
Chamuças de Vegetais
Chutney de Manga
Lassi de Manga

https://www.facebook.com/events/148488905745195

Shantala - Palestra Gratuita

«[A massagem] é uma forma maravilhosa de encorajar mãe e bebé a tornarem-se mais próximos - a estreitarem os laços entre si. Tem vindo a ser demonstrado que a massagem melhora a circulação sanguínea, alivia as tensões musculares e contribui para fortalecer o sistema imunitário.»  

Dr. Lawrence Palevsky
Continum Center for Health and Healing/Beth Israel


Nos primeiros tempos de vida, o choro, o riso, as expressões faciais e o toque são os únicos instrumentos de linguagem de que o bebé dispõe para comunicar. No seu isolamento interior, a criança está vulnerável ao meio que a rodeia, e a protecção que recebe dos adultos, o conforto, o alimento e o carinho são cruciais para o seu desenvolvimento saudável, quer psicológico, quer físico. Nos dias de hoje, o estilo de vida imposto pelas sociedades ditas desenvolvidas tem vindo a valorizar cada vez mais o tempo e o dinheiro, relegando para segundo plano os afectos, a família e a alegria de viver. Como consequência, os pais perdem o crescimento dos filhos, e os filhos, ao perderem o contacto com os pais, perdem também o carinho por eles, desaparecendo por arrastamento a compreensão e o respeito mútuos. É uma história de perdas de parte a parte que culmina quase sempre em atitudes de medo perante o mundo, auto-rejeição e desvalorização da própria existência.

Quem dá uma ordem é obedecido com a cabeça, quem faz um pedido é obedecido com o coração. E nisto se baseia a Shantala, no fortalecimento dos laços de amor e respeito entre pais e filhos.

A massagem infantil veio preencher o vazio emocional gerado por questões laborais e sociais que afectam tanto as mães como os pais logo nas primeiras etapas da infância dos seus filhos. Através desta técnica simples, mas profunda, como nas palavras de F. Leboyer, os casais passarão a ter a desculpa perfeita para passarem mais tempo com os seus bebés, assistir ao seu crescimento e dotá-los de instrumentos psico-emocionais que os preparem para vida, como o sejam a auto-confiança e uma atitude positiva face ao mundo exterior.

«Descobrimos que os indivíduos vivem criativamente e sentem que a vida merece ser vivida ou, então, que não podem viver criativamente e têm dúvidas sobre o valor do viver. Essa variável nos seres humanos está diretamente relacionada com a qualidade e a quantidade das provisões ambientais no começo ou nas fases primitivas da experiência de vida de cada bebé.»

Dr. Winnicott, pediatra

Dia 30 de Setembro, pelas 19:30, vem conhecer um pouco melhor esta massagem numa palestra gratuita que terá lugar no Espaço Metamorphoses, Parede, Cascais.

sábado, 8 de julho de 2017

Coração Ki - Espiritualidade em Mafra

Localizado em Mafra, o Coração ki é um espaço alternativo para quem procura um estilo de vida holístico, integrado na espiritualidade da Natureza. 


Todas as sextas feiras às 21H00 Meditação 
Todas as sextas feiras às 19H00 Meditação para crianças

Agenda de Agosto:


07 AGOSTO ..... 20H00 ..... Meditações das Luas - Lua Cheia.
14 AGOSTO .... 20H00 ..... Meditações das Luas - Quarto Minguante.
17 AGOSTO .... 20H00 ..... Workshop Corte de
Cordas.
21 AGOSTO .... 20H00 ..... Meditações Das Luas - Lua Nova.
24 AGOSTO .... 20H00 ..... Encontro com o Teu Ser.
28 AGOSTO .... 20H00 ..... Meditação com a Energia de Mãe Maria.


30 AGOSTO .... 20H00 ..... Meditações das Luas - Quarto Crescente.




Marcações por telm. 918820638 ou por mensagem privada através do FaceBook


Todos os dias por marcação:


Consultas de Aconselhamento Pessoal e Energético.
Terapia Multidimensional
Leitura da Aura
Terapia de Reiki
Regressão


Namasté _/|\_

domingo, 4 de dezembro de 2016

Ayurveda, Herbalismo e Corpo - Palestra Gratuita - Espaço Metamorphoses

Quarta-feira, 14 de Dezembro das 20:00 às 21:30, terá lugar no Espaço Metamorphoses, na Parede, uma palestra gratuita onde serão abordadas diversas temáticas relacionadas com a Medicina Ayurveda e a Massagem.

O conhecimento das energias que governam o nosso organismo é a chave-mestra em qualquer processo de cura, seja no nível físico, seja nos planos mental ou espiritual. Nesta palestra terá a oportunidade de aprender um pouco mais sobre a Medicina Ayurveda e entender melhor as necessidades do seu organismo.
Reserve lugar e embarque connosco nesta viagem pelo mundo energético do corpo. 
  • Origens e fundamentos da Medicina Ayurveda
  • O sistema Tridosha
  • As energias elementares nas plantas e nos alimentos de que forma somos influenciados por aquilo que comemos 
  • A Massagem Ayurvédica como terapia e rito iniciático feminino
  • Indicações e contra-indicações da massagem
  • O uso de ervas medicinais na Massagem Ayurvédica
Faça a sua reserva por mensagem, email ou telefone, em:
Namasté _/|\_

sábado, 5 de março de 2016

Uma Primavera Abortada

Durante a última semana, a Câmara de Cascais - ou qualquer outra entidade que gasta o dinheiro público em empreitadas contra o público - decidiu fazer uma "limpeza" na zona da velha Bateria Militar. E limpou, de facto, espécies endémicas de valor medicinal e ecológico, que tinham feito daquele espaço um refúgio contra a pressão do urbanismo desregrado. 

Sem qualquer critério selectivo, os carrascos eliminaram uma boa parte das espécies catalogadas no Herbário Virtual da Vila de Parede. Entre estas espécie contam-se o hipericão (Hipericum perforatum), espargos-bravos (Asparagus albus e A. Aphyllus), melilotos (Melilotus albus, M. officinalis e M. indicus), joina-das-areias (Ononis viscosa), borragem (Borago officinalis), erva-prata (Paronychia argentea), alcachofras (Cynara scolymus e C. humilis), fel-da-terra (Erythraea centaurium), gerânio-peludo (Geranium rotundifolium), linho-de-inverno (Linum usitatissimum), cenoura-selvagem (Daucus carota), verbena (Verbena officinalis), trovisco (Daphne gnidium), verbasco (Verbascum sinuatum), salva-dos-caminhos (Salvia verbenaca), malvas (Malva sylvestris e M. multiflora), carlina (Carlina corymbosa), centáurea-calcitrapa (Centaurea calcitrapa), alhos-selvagens, cardos, galactites, crepis e todo um manancial florístico que começava a despertar, a trazer alimento às abelhas e cor às nossas vidas saturadas de Inverno e frio. 
Antes
Depois...
A Vila de Parede viu, assim, a sua Primavera abortada.

As amendoeiras, que estavam ainda em floração, também não escaparam à serra-eléctrica. Nem o branco das flores lhes valeu. As fotos mostram como era e como está, uma obra-prima do mau-gosto e da estupidez humana. 

Chasmanthe aetiopica
Mas devo rectificar o que acima disse, pois não foi uma devastação aleatória, não; houve um seleccionamento - um único - de uma espécie alógena e invasora, o lírio-do-nilo (Chasmanthe aetiopica), que foi poupada pela sua graciosa aparência e que reina agora numa paisagem vazia e que não lhe pertence. Sim, os humanos comportam-se perante as plantas da mesma forma que se comportam perante outros humanos, seleccionam-nas de acordo com critérios meramente estéticos, não conseguindo sequer intuir de onde vem o ar que respiram, a comida que comem, a água que bebem e os medicamentos que os aliviam em horas de aflição. 

Onde antes havia verdejantes alpistas (Phalaris spp.) e alexandres (Smyrnium olusatrum), há agora um rasto de destruição, como se toda a zona tivesse sido varrida por um tornado.

Como era...
As abelhas e os zângãos ainda por lá andam, à deriva naquele mortório, em busca do tão esperado néctar que há poucos dias tinha brotado.
Como está...
E assim foi a "limpeza". Para trás ficou o lixo: garrafas de vidro e plásticos enfeitam o chão nu. O ser humano sempre apreciou flores de plástico e imitações... Deve ser por isso que os plásticos foram mantidos. Como bem diz o povo, para tudo há uma razão...






Agora é a lei do mais forte. As plantas invasoras têm o terreno aberto e disseminar-se-ão rapidamente como células cancerígenas, minando o caminho à flora local. Uma história já bem conhecida. Mas o que esperar de profissionais que ao serem chamados para cortarem uma palmeira doente, cortaram um cedro?

Boa Primavera!

sábado, 30 de janeiro de 2016

Pontos Marma e sua Relação Científica

Na próxima sexta-feira, dia 5 de Fevereiro, pelas 18.30, decorrerá na Alba, em Lisboa, uma palestra gratuita que incidirá sobre a importância dos Pontos Marma na Medicina Ayurvédica.

Os Pontos Marma são um dos principais focos de atenção da massagem ayurvédica pelo seu importante papel psicossomático, isto por estarem ligados a determinados órgãos, aos srotas (canais) e aos chakras. São locais de concentração de prana, ou de energia vital, estabelecem uma ponte entre o Pranamayakosha (corpo etéreo) e o Anamayakosha (corpo físico ou denso) e distribuem-se ao longo dos nadis para levar a energia a todas as regiões do corpo de acordo com os vayus (ventos) que dirigem. Estes pontos formam redes energéticas entre si e situam-se em locais de confluência de tecidos; ao manipularmos os marma, estamos a trabalhar os nadis e os chakras. O Sushruta Samhita classifica-os de acordo com o tipo de dhatus (tecidos) com os quais se relacionam directamente. Assim, existem marmas mamsa (nos músculos), sira (vasos sanguíneos), snayu (nos ligamentos), ashti (nos ossos) e sandhi (nas articulações). Cada marma é igualmente descrito dentro de uma tipologia relacionada com os elementos que nele se manifestam e que quando perturbados conduzem a diferentes graus de lesão. Os marmas tipo Rujakara são dotados de fogo e ar e causam dor intensa; os Vaikalyakara são regidos pela água e pela Lua e causam deficiência quando lesionados; os Visalya Pranahara são regidos pelo ar e podem ser fatais se perfurados, visto originarem uma progressiva perda de prana; os Kalantara Pranahara são dotados de água e fogo, e quando feridos induzem coma e morte ao fim de um certo tempo; os Sadya Pranahara são os mais sensíveis, são os marmas-fogo e reúnem os cincos tecidos acima descritos. Uma lesão num marma deste tipo leva imediatamente à morte.    

Existem três grandes marmas, ou mahamarmas, relacionados com os doshas e com os chakras. São eles o Sthapani, localizado entre as sobrancelhas (Vata - chakra Ajna ), o Hridaya, no esterno (Pitta - chakra Anahata) e Bastih, abaixo do umbigo (Kapha - chakra Svadhisthana). Embora a massagem ayurvédica beneficie os três biotipos de forma equitativa, de modo a promover o equilíbrio dóshico, actua mais visivelmente consoante as tendências patológicas de cada dosha:

Vata: A massagem equilibra a actividade intestinal e o sistema nervoso, favorece a circulação sanguínea, diminui a ansiedade, alivia a dor, o stress e a rigidez muscular, aumenta a auto-estima e reduz problemas de sono.

Pitta: Promove o arrefecimento corporal, desintoxica o sangue e o fígado, reduz a acidez e apazigua as emoções negativas.

Kapha: Melhora a circulação sanguínea e sobretudo a linfática, alivia problemas respiratórios, liberta os tecidos adiposos, acelera o metabolismo, promove o emagrecimento e reduz edemas.

Um marma disfuncional ou doente, por norma apresenta certa rigidez ao toque e causa bloqueios energéticos, consequentemente doenças. O seu desbloqueio proporciona o alívio de dores e confere ao paciente maior sintonia emocional e maior poder de acção.
Diversas são as terapias que podem ser aplicadas no desbloqueio destes pontos vitais. De entre elas destacam-se a Acupressão, a Acupunctura, a Moxabustão, a Cromoterapia, o uso de vibração com diapasão ou taças tibetanas, a aplicação de pedras quentes e frias, ventosas, Reiki e a Aromaterapia, quer mediante o uso das ervas, quer sob a forma de óleos essenciais, sendo que estes devem ser escolhidos tendo em conta não apenas o marma e a patologia, mas também o dosha agravado.

Os óleos essenciais e vegetais, onde se enquadram as tailas ayurvédicas e os cataplasmas, podem ser aplicados sobre os pontos marmas com ou sem o auxílio de acupressão, de forma a estimulá-los. A acupressão durante a massagem amplifica os efeitos dos óleos e vice-versa, isto porque estimula o sistema nervoso periférico e a libertação de endorfinas e adenosina, neurotransmissores com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias.


sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Um Samhain Aromático

O Halloween assenta num substracto cultural muito antigo, e mais não é do que a cristianização do Samhain, o Ano Novo celta, a noite em que todas as fronteiras são transpostas, data que na Antiguidade era assinalada pelo surgimento da constelação das Plêiades no firmamento.  

As crianças de hoje gostam do Halloween pelos doces, pelas mascaradas, pelas brincadeiras, desconhecem a sua origem e significado, procuram fantasmas vestidos com lençóis brancos, bruxas em vassouras e vampiros, razão pela qual os países do hemisfério Sul fazem festas de halloween na noite que para eles seria - e é - a de Beltane. Não existe prova maior de que o Halloween e o Samhain se tornaram festividades distintas nos tempos modernos.

Mas, longe de toda esta folia ruidosa, há quem ainda celebre o verdadeiro Samhain, quem se refugie no silêncio profundo da noite e abra a mente em busca dos que já partiram, dos que estão do lado de lá, dos que nos visitam nesta época tão extraordinária.

Óleos essenciais para a noite de Samhain, para usar em queimador ou em pot-pourri:

Cedro, pinheiro, erva-cidreira, verbena, mirra, tomilho, laranja, tangerina, sândalo, incenso, patchouli, canela, gengibre e cipreste.   

E para quem está no hemisfério Sul e celebra Beltane:

Gerânio, limão, rosa, ylang-ylang, jasmim, pimenta-preta, incenso, sândalo, baunilha, neroli, noz-moscada, cardamomo, pau-rosa e alecrim. 

Feliz noite de Samhain... ou de Beltane!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Óleo de Côco (Cocus nucifera)

Família: Arecaceae.

English Name: Coconut oil.
  
Origem: Brasil, Índia, Sri Lanka, Tailândia, África do Sul, entre outros países.

Partes Usadas: Leite e polpa seca de côco.

Aroma: Suave, doce, fresco. 

Cor: Incolor e hialina, quando liquido.

Princípios Activos: Ácidos linoléico (ômega-6), oléico (ômega-9), palmítico, caprílico, láurico, decanóico e mirístico; ferro e vitaminas E e K.

Propriedades: Anti-inflamatório, emoliente, anti-acneico, antibacteriano, vulnerário, cardiotónico, laxante, neurotónico, anti-envelhecimento, antifúngico, anticolesterol 

Usos: Os ácidos gordos de cadeia média presentes no óleo de côco são digeridos directamente pelo fígado e transformados em energia usada pelo cérebro, sobretudo em casos de Alzheimer, quando o cérebro começa a utilizar cetonas em detrimento dos açúcares. Da mesma forma funciona contra a epilepsia, sobretudo em crianças. Previne doenças cardiovasculares, maximiza e rentabiliza a absorção de prana (energia), contribuindo para a perda de peso. Doce e refrescante, em massagem ayurvédica é ideal para o tratamento de indivíduos de constituição Pitta e para os desequilíbrios deste dosha. Trata queimaduras, fissuras, acne, inflamações, infecções fúngicas e actua como rejuvenescedor e protector solar, sendo um dos poucos óleos nos quais podemos confiar para este efeito.  Devido à presença dos ácidos láurico e caprílico, é um poderoso antiviral e antibacteriano, nomeadamente contra bactérias dos géneros Staphylococcus e Candida

Cuidados: Este óleo é susceptível de solidificar quando exposto a temperaturas inferiores a 25ºC. 

Curiosidades: Na Índia, o côco é um fruto sagrado, dedicado a Brahma e a Shiva, bem como a outras divindades, como a deusa da prosperidade, Lakshmi. Na Kalasha, o pote védico da abundância, sabedoria e imortalidade, associado aos cinco elementos, o côco surge em representação do éter (Akasha) e do chakra Sahasrara (coronário).  O nome «côco» foi-lhe atribuído pelos portugueses, que o associaram a um monstro infantil, semelhante a um ogre, devido à sua aparência crespa. Em Terras de Vera Cruz, ao servirem-se deste fruto como alimento, começaram a referir-se a ele como «carne vegetal». 

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Óleo de Linho (Linum usitatissimum)

Família: Linaceae.

English Name: Linen oil.
  
Origem: Bélgica, Alemanha, Canadá, Suíça, França, Espanha, Itália, Turquia, Guatemala, Malásia, entre diversos outros países.

Partes Usadas: Sementes.

Aroma: Suave e doce, ligeiramente empirreumático. 

Cor: Amarelo-torrado.

Princípios Activos: Ácidos Alpha-linolénico (ômega-3, 57%), linoléico (ômega-6), oléico (ômega-9), gamma-linolénico, palmitoléico (ômega-7), palmítico, esteárico; cálcio, magnésio, potássio, fósforo e enxofre, bem como vitaminas E, fibras e mucilagem.

Propriedades: Anti-inflamatório, emoliente, anti-acneico, antibacteriano, antidepressivo, vulnerário, anti-diabético, cardiotónico, anti-tússico, laxante, anti-tumoral, anti-cancerígeno, neurotónico, anti-hemorrágico, antioxidante, anti-envelhecimento, estomacal, carminativo, anti-seborréico, anti-queda de cabelo.

Usos: Quer na alimentação, quer em massagem, promove o emagrecimento, melhora o grão da pele, elimina acne e aczema, auxilia em casos de psoríase, trata queimaduras e rosácea, acelera a cicatrização de feridas e contribui para a redução dos sinais de envelhecimento. O óleo de linhaça promove a fertilidade, tanto feminina, como masculina, reduz as dores menstruais, evita metrorragias e atenua os sintomas da menopausa. É útil do tratamento e prevenção do cancro, tumores, diabetes, doença de Parkinson, lúpus, alergias, anemia, arteriosclerose, esclerose múltipla, doenças cardiorespiratórias e neurológicas. 

Cuidados: Apenas a sua ingestão deve ser moderada (três colheres de sopa/dia). 

Curiosidades: Foi o primeiro óleo usado na Península Ibérica pelos povos neolíticos. A sua extracção encontra-se bem documentada no registo arqueológico, muito antes do azeite. Carlos Magno e Gandhi recomendavam-no, assim como à ingestão das sementes, para manutenção da saúde. Na Idade Média, este óleo era usado contra o quebranto e a feitiçaria.

Ler mais no Herbário

domingo, 4 de outubro de 2015

Mostarda (Sinapis alba)

Família: Brassicaceae.

English Name: Mustard oil.
  
Origem: UE, Canadá, Nepal, Myanmar, Rússia, Ucrânia, EUA.

Partes Usadas: Sementes.

Aroma: Característico, pungente. 

Cor: Dourado.

Princípios Activos: Ácidos erúcico, eicosanóico, beénico, tetracosanóico, linoleico, α-linolénico, silício, palmítico, oleico, esteárico; lecitina, cálcio, ferro, zinco, sódio,  magnésio, potássio e fósforo, bem como vitaminas A, B1, B2, B3, B6, B9, B12, C, E e K.

Propriedades: Anti-inflamatório, anti-fúngico, rubefaciente, anti-asmático, descongestionante, emoliente, anti-acneico, antibacteriano, antidepressivo, anti-hemorrágico, vulnerário, anti-queda de cabelo, anti-caspa e anti-reumatismal. 

Usos: Empregue em massagem ayurvédica no tratamento de indivíduos de constituição Kapha e Vata, bem como em desportistas e pacientes que sofram de artrite, rigidez e dores musculares, dilatação do baço, inflamações e má circulação.  Usado em casos de fadiga muscular, acne, feridas e bronquite. Melhora a textura e a pigmentação da pele e actua como rubefaciente, activando a circulação e limpando os poros, sobretudo quando combinado com açafrão em pó como esfoliante. O óleo obtido da mostarda-amarela pode ser usado em zonas sensíveis, como os olhos, o nariz, a garganta e os genitais, mas não sem aconselhamento médico. Aplicado na cabeça previne a queda de cabelo e doenças do couro-cabeludo.  

Cuidados: Usar preferencialmente diluído noutro óleo carreador, como o de amêndoas-doces ou o de sésamo. 

Curiosidades: É um dos óleos mais utilizados pela medicina ayurvédica como óleo de Inverno, devido a sua capacidade de gerar calor. No fabrico de sabão, resulta melhor quando combinado com manteiga de karité, aloé e óleos essenciais de tea tree (malaleuca), erva-príncipe, alfazema e menta. 

Ler mais sobre a Mostarda no Herbário