sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Óleo de Côco (Cocus nucifera)

Família: Arecaceae.

English Name: Coconut oil.
  
Origem: Brasil, Índia, Sri Lanka, Tailândia, África do Sul, entre outros países.

Partes Usadas: Leite e polpa seca de côco.

Aroma: Suave, doce, fresco. 

Cor: Incolor e hialina, quando liquido.

Princípios Activos: Ácidos linoléico (ômega-6), oléico (ômega-9), palmítico, caprílico, láurico, decanóico e mirístico; ferro e vitaminas E e K.

Propriedades: Anti-inflamatório, emoliente, anti-acneico, antibacteriano, vulnerário, cardiotónico, laxante, neurotónico, anti-envelhecimento, antifúngico, anticolesterol 

Usos: Os ácidos gordos de cadeia média presentes no óleo de côco são digeridos directamente pelo fígado e transformados em energia usada pelo cérebro, sobretudo em casos de Alzheimer, quando o cérebro começa a utilizar cetonas em detrimento dos açúcares. Da mesma forma funciona contra a epilepsia, sobretudo em crianças. Previne doenças cardiovasculares, maximiza e rentabiliza a absorção de prana (energia), contribuindo para a perda de peso. Doce e refrescante, em massagem ayurvédica é ideal para o tratamento de indivíduos de constituição Pitta e para os desequilíbrios deste dosha. Trata queimaduras, fissuras, acne, inflamações, infecções fúngicas e actua como rejuvenescedor e protector solar, sendo um dos poucos óleos nos quais podemos confiar para este efeito.  Devido à presença dos ácidos láurico e caprílico, é um poderoso antiviral e antibacteriano, nomeadamente contra bactérias dos géneros Staphylococcus e Candida

Cuidados: Este óleo é susceptível de solidificar quando exposto a temperaturas inferiores a 25ºC. 

Curiosidades: Na Índia, o côco é um fruto sagrado, dedicado a Brahma e a Shiva, bem como a outras divindades, como a deusa da prosperidade, Lakshmi. Na Kalasha, o pote védico da abundância, sabedoria e imortalidade, associado aos cinco elementos, o côco surge em representação do éter (Akasha) e do chakra Sahasrara (coronário).  O nome «côco» foi-lhe atribuído pelos portugueses, que o associaram a um monstro infantil, semelhante a um ogre, devido à sua aparência crespa. Em Terras de Vera Cruz, ao servirem-se deste fruto como alimento, começaram a referir-se a ele como «carne vegetal». 

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