Óleos Vegetais

Photo credit: Gunnar Brink
No sua maioria, os óleos essenciais não devem ser usados directamente sobre a pele, motivo pelo qual recorremos aos óleos carreadores como veículos diluentes dos óleos essenciais, mas também pelas suas propriedades emolientes, hidratantes e tonificantes. Para além da função que desempenham em Aromaterapia, os óleos vegetais são desde épocas remotas empregues na carreação de óleos e compostos químicos aromáticos e terapêuticos presentes nas plantas. 

Quando falamos de óleos essenciais, falamos basicamente de ésteres e álcoois, ao contrário dos vegetais, compostos basicamente por ácidos graxos, dos quais os mais frequentes são o gamma-linoléico e o linoléico (ômega-6), o oleico (ômega-9) e o alpha-linoléico (ômega-3). Deve haver equilíbrio entre estas gorduras, não apenas a nível cutâneo, mas sobretudo alimentar. O excesso ou deficiência de qualquer uma delas leva a diversos problemas de saúde, que passam por fadiga física e mental, doenças cardíacas e degenerativas, etc. O ômega-6 é geralmente responsável pela maioria destes desequilíbrios, não por ser nocivo, mas por ser o que encontramos com mais facilidade nos alimentos. 

Este óleos, para serem usados na pele, devem ser extraídos a frio, por esta razão o óleo de girassol, tão empregue em massagem, não é o mesmo que usamos nas nossas cozinhas, uma vez que este é extraído a quente, perdendo, assim, grande parte das suas propriedades.

Os óleos minerais, com origem no petróleo, são cancerígenos. As suas macromoléculas criam tampões sobre os poros e impedem a pele de respirar, para além de não serem absorvidos. 

Os óleos vegetais são completamente absorvidos e podem ser usados directamente sobre a pele.

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