Família: Linaceae.
English Name: Linen oil.
Origem: Bélgica, Alemanha, Canadá, Suíça, França, Espanha, Itália, Turquia, Guatemala, Malásia, entre diversos outros países.
Partes Usadas: Sementes.
Aroma: Suave e doce, ligeiramente empirreumático.
Cor: Amarelo-torrado.
Princípios Activos: Ácidos Alpha-linolénico (ômega-3, 57%), linoléico (ômega-6), oléico (ômega-9), gamma-linolénico, palmitoléico (ômega-7), palmítico, esteárico; cálcio, magnésio, potássio, fósforo e enxofre, bem como vitaminas E, fibras e mucilagem.
Propriedades: Anti-inflamatório, emoliente, anti-acneico, antibacteriano, antidepressivo, vulnerário, anti-diabético, cardiotónico, anti-tússico, laxante, anti-tumoral, anti-cancerígeno, neurotónico, anti-hemorrágico, antioxidante, anti-envelhecimento, estomacal, carminativo, anti-seborréico, anti-queda de cabelo.
Usos: Quer na alimentação, quer em massagem, promove o emagrecimento, melhora o grão da pele, elimina acne e aczema, auxilia em casos de psoríase, trata queimaduras e rosácea, acelera a cicatrização de feridas e contribui para a redução dos sinais de envelhecimento. O óleo de linhaça promove a fertilidade, tanto feminina, como masculina, reduz as dores menstruais, evita metrorragias e atenua os sintomas da menopausa. É útil do tratamento e prevenção do cancro, tumores, diabetes, doença de Parkinson, lúpus, alergias, anemia, arteriosclerose, esclerose múltipla, doenças cardiorespiratórias e neurológicas.
Cuidados: Apenas a sua ingestão deve ser moderada (três colheres de sopa/dia).
Curiosidades: Foi o primeiro óleo usado na Península Ibérica pelos povos neolíticos. A sua extracção encontra-se bem documentada no registo arqueológico, muito antes do azeite. Carlos Magno e Gandhi recomendavam-no, assim como à ingestão das sementes, para manutenção da saúde. Na Idade Média, este óleo era usado contra o quebranto e a feitiçaria.
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