Cultivado desde há pelo menos 6000 anos na Índia, Sri Lanka e Vietname, esta é uma gramínea tipicamente subtropical, capaz de suportar condições extremas, quer de cheias, quer de secas severas, isto por sintetizar o carbono-4, ao contrário da maioria das gramíneas europeias, que usam o carbono-3. O vetiver é muito mais do que um aroma, ele é por excelência um descontaminador atmosférico e um fixador de solos.
Família: Poaceae (Gramíneas).
English Name: Vetivert.
Origem: Haiti, Java, Perú, Porto Rico, Bolívia, Índia e Madagáscar.
Partes Usadas: Raízes.
Aroma: Simultaneamente quente e cítrico, amadeirado e terroso, ligeiramente empirreumático. Assemelha-se ao do patchouli.
Princípios activos: Vetivona.
Propriedades: Antidepressivo, febrífugo, antiespasmódico, calmante, venotónico, sedativo, tónico cerebral, rejuvenecedor cutâneo e emoliente.
Fitoterapia Geral: Emprega-se como venotónico em situações de reumático, febres, artrite, pés e mãos frios, frieiras, má circulação, rigidez e dores musculares, dores menstruais e de estômago.
Dermatologia: Usado em peles maduras, secas, flácidas e desidratadas.
Psicologia: Eficaz contra a depressão e estados de ansiedade aguda. Facilitador em tomadas de decisão.
Observações: Pode ser usado puro em aplicações tópicas e massagens localizadas.
Curiosidades: Talvez devido ao elemento terra tão presente no seu aroma, o vetiver reconforta-nos e torna-nos mais realistas face aos medos e tensões do Inconsciente, que muitas vezes nos mostram uma realidade excessivamente dramática. Por esta razão é apelidado de «óleo da tranquilidade». Muito usado em perfumaria masculina e como fixador de outros aromas. Pode ser conjugado com aromas cítricos e balsâmicos, como o cedro e o limão.
