Hortelã-das-damas e hortelã-de-água-de-cheiro são apenas dois dos nomes pelos quais a hortelã-pimenta (menta) é conhecida, e denunciam logo à partida o seu alto valor cosmético e purificante. Da gastronomia grega à Aromaterapia, esta planta tem servido os mais variados propósitos ao longo dos séculos.
Família: Lamiaceae.
English Name: Peppermint.
Origem: EUA, Canadá, Europa Mediterrânica e Ásia.
Partes Usadas: Folhas.
Aroma: Mentolado, muito fresco e rubefaciente.
Princípios Activos: Mentol, mentona, isomentona, mentofurano, cineol, limoneno, carvona e pulegona.
Propriedades: Anti-séptica, antibiótica, anti-microbiana, anti-fúngica, estomacal, antiespasmódica, calmante, estimulante, vermífuga, expectorante, analgésico, descongestionante, digestiva, adstringente, venotónica, regeneradora celular, revigorante e rubefaciente.
Fitoterapia Geral: Pelo seu valor como rubefaciente, a menta é muito usada no alívio das dores musculares e de cabeça, assim como em casos de artrite, equimoses, fadiga e reumático. Acha-se entre os óleos essenciais mais utilizados no combate às gripes e constipações, asma, bronquite, congestão nasal, flatulência, gastrite, prisão de ventre, TPM, náuseas e insónia. Emprega-se como venotónico, refrescante/desinfectante bucal. Combate a gengivite, aftas e halitose.
Dermatologia: Muito eficaz contra a acne, sobretudo em peles oleosas.
Psicologia: Actua no alívio do stress e da fadiga mental, causadores de insónia e enxaquecas.
Observações: Não tóxico, porém deve ser evitado em crianças pequenas e hipertensos. Evitar o contacto com os olhos e mucosas devido ao seu efeito rubefaciente. Usar diluído ou em doses reduzidas (menos de uma gota) em aplicações tópicas. Pode ser conjugado com outras Lamiáceas e também com aromas balsâmicos e cítricos.
Curiosidades: A hortelã-pimenta foi uma das ervas mais utilizadas na Antiguidade como purificadora do ar e desinfectante.
