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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Óleo Essencial de Hortelã-Pimenta (Mentha piperita)


Hortelã-das-damas e hortelã-de-água-de-cheiro são apenas dois dos nomes pelos quais a hortelã-pimenta (menta) é conhecida, e denunciam logo à partida o seu alto valor cosmético e purificante. Da gastronomia grega à Aromaterapia, esta planta tem servido os mais variados propósitos ao longo dos séculos.

Família: Lamiaceae.

English Name: Peppermint.

Origem: EUA, Canadá, Europa Mediterrânica e Ásia. 

Partes Usadas: Folhas. 

Aroma: Mentolado, muito fresco e rubefaciente. 

Princípios Activos: Mentol, mentona, isomentona, mentofurano, cineol, limoneno, carvona e pulegona.

Propriedades: Anti-séptica, antibiótica, anti-microbiana, anti-fúngica, estomacal, antiespasmódica, calmante, estimulante, vermífuga, expectorante, analgésico, descongestionante, digestiva, adstringente, venotónica, regeneradora celular, revigorante e rubefaciente. 

Fitoterapia Geral: Pelo seu valor como rubefaciente,  a menta é muito usada no alívio das dores musculares e de cabeça, assim como em casos de artrite, equimoses, fadiga e reumático. Acha-se entre os óleos essenciais mais utilizados no combate às gripes e constipações, asma, bronquite, congestão nasal, flatulência, gastrite, prisão de ventre, TPM, náuseas e insónia. Emprega-se como venotónico, refrescante/desinfectante bucal. Combate a gengivite, aftas e halitose.  

Dermatologia: Muito eficaz contra a acne, sobretudo em peles oleosas.

Psicologia: Actua no alívio do stress e da fadiga mental, causadores de insónia e enxaquecas.

Observações: Não tóxico, porém deve ser evitado em crianças pequenas e hipertensos. Evitar o contacto com os olhos e mucosas devido ao seu efeito rubefaciente. Usar diluído ou em doses reduzidas (menos de uma gota) em aplicações tópicas. Pode ser conjugado com outras Lamiáceas e também com aromas balsâmicos e cítricos.

Curiosidades: A hortelã-pimenta foi uma das ervas mais utilizadas na Antiguidade como purificadora do ar e desinfectante. 

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Menta e Farinha de Milho contra a Acne

Seja durante a adolescência ou em qualquer idade, a acne é o principal problema das peles oleosas e mistas. Muito para além de inestético, pode tornar-se doloroso e até mesmo quistoso,  pelo que o melhor é evitar o seu aparecimento e combatê-lo aos primeiros sintomas. 

Existe no mercado uma grande variedade de esfoliantes, geralmente misturados em cremes, sabonetes ou géis de banho, e há quem use sal fino ou açúcar em alternativa. Tudo isto resulta muito bem no corpo. Mas quando se trata da pele do rosto, nem tudo serve o mesmo propósito.
A farinha de milho é a melhor opção para lavagem do rosto, dado a sua granulosidade ser compatível com a porosidade da pele, sobretudo se a nossa pele apresentar uma textura mais fina e clara.

A farinha é adicionada ao sabonete no momento da lavagem, sendo que esta deve ser feita com movimentos circulares, de forma a remover as células mortas. A pele fica macia, lisa, liberta de impurezas, causadoras de borbulhas e pontos-negros, e com um tom mais uniforme. Com a continuação, as manchas, se as houver, são atenuadas até ao seu desaparecimento total.

Apiagro
Há que ter em atenção o tipo de sabonete, que deve respeitar o p.H. da pele. Eu prefiro os sabonetes artesanais, feitos com recurso à Aromaterapia. Como as peles acneicas são, regra geral, oleosas, aconselho sabonetes que incluam citrinos, lúcia-lima, menta, alecrim, alfazema, eucalipto ou argila na sua composição. Deposito toda a confiança na marca Apiagro, de longe a melhor na relação qualidade/preço, pelo que a recomendo. 

Após a lavagem do rosto, aplicamos directamente nas zonas afectadas, sobre as borbulhas ou inchaços, óleo essencial de menta (Mentha piperita). Usado ao deitar, actuará durante a noite. Os resultado são visíveis logo no dia seguinte. Com este tratamento a pele cicatriza, sem deixar marcas, e a oleosidade diminui. Como efeitos secundários, a menta descongestiona as vias respiratórias, facilita o sono e alivia náuseas e dores de cabeça.